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Quarta-feira, 9 de Julho de 2008

Despedida de solteira...

Este fim-de-semana fui a uma despedida de solteira.

Só que a noiva foi contrariada. E mais, veio contrariada. Entre mil e uma desculpas, e falta de convidados, lá a conseguimos levar. 5 gatas (pingadas, apetece-me dizer), pela noite do norte, prontas para arrasar.

 

Ok, 4 gatas e uma gatinha pequenina a fazer birra.

Ora bolas, já não basta casar aos 21 anos, e ainda nos faz passar as "passas do Algarve". Tanta macumba nos deve ter feito, que o strip que íamos ver tinha fechado um mês antes para "remodelações".

 

Depois de muito deliberar, ou melhor, pensar: "Porra, aonde haverá strip masculino?", lá desistimos da ideia. Vai daí, "Vamos p'ró Batô", e lá fomos nós.

 

Lá chegadas, não quis usar o lindo véu que lhe tínhamos comprado. Muito menos o lindo ramo a condizer com o lindo véu. Basicamente esteve sentada com ar de enterro a noite toda, ou porque lhe doía os joelhos, estava constipada, estava cansada, não conhecia as músicas, a música era para cotas, só conhecia os refrães, etc.

 

Às 4h da manhã lá tivemos de vir embora porque já ninguém a aguentava.

E fiquei com pena. Não tanto pelo ambiente lá dentro, que estava de arrasar, mas principalmente pela noiva, uma jovem de 21 anos que conhece muito pouco do mundo. Da menina que vai casar com um homem 10 anos mais velho, e que tem uma visão muito romântica do casamento. Pena por ver que com 21 anos conhece tão pouco do mundo. Que se recusa conhecê-lo sem o seu "mais que tudo".

 

Aonde fica a sua identidade, a sua auto-suficiência, a sua liberdade? Será para sempre apenas capaz de viver através dele?

 

Eu que tenho um relacionamento sério há 8 anos ainda não me sinto assim dependente da outra pessoa para o que quer que seja. Sabemos manter a nossa individualidade no nosso núcleo. Somos 1+1=2. Não suprimimos o outro porque isso seria o mesmo que suprimirmo-nos.

 

Desejo as melhores felicidades a esta solteira, aspirante ao Oscar de melhor noiva/esposa.

E que o tempo te leve a ver que há um tempo para tudo. Um tempo para ti, um tempo para o teu futuro conjuge, e um tempo para os outros. E são tempos que se relacionam muito bem uns com os outros, mas também exigem para si tempo a sós.

 

Sentirás com toda a certeza, vontade de estar sozinha, vontade de estar com ele, vontade de estar com os outros amigos. É natural, quanto a mim saudável que saibas respeitar a tua individualidade, para que também a possam respeitar. Tu e tua vontade devem prevalecer, mesmo perante o amor da tua vida.

 

Beijokinhas fofas desta tua amiga


publicado por fantasyland às 22:39

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Sexta-feira, 4 de Julho de 2008

Panquecas...

Uma vez estava a ver o Dr. Phil (sim, porque eu sou gaja) e o senhor disse qualquer coisa como "é como as panquecas, por mais finas que sejam, têm sempre dois lados".

 

Fiquei a matutar naquilo. E cheguei à conclusão de que isto é particularmente verdade no que toca a relações. Se não vejamos, há o nosso lado, e o lado deles. Nós queixamo-nos deles, eles queixam-se de nós. Não vivemos sem eles, eles não vivem sem nós..... Ufa, tantos eles e tantos nós.

 

O facto é que nós achamos achamo-nos sempre incompreendidas, e eles acham-se subvalorizados. E quando não há diálogo a panqueca vai ficando mais espessa.

 

E é assim que eu estou. Num lado da panqueca, sem ver o outro lado, ou vice-versa. E não comunicamos, ou evitamos comunicar, e a panqueca vai crescendo. Tudo porque não conseguimos mostrar o nosso lado ao outro lado da panqueca.

 

Espero um dia ainda ir a ter possibilidade de te mostrar o meu lado, o nosso lado, que fomos construindo para um dia partilhar. Espero que um dia as nuvens que pairam sobre nós se dissipem e possamos ver o azul do céu brilhando sobre nós, como fazíamos antigamente. E espero sobretudo que quebremos este silêncio que instalou em nós e possamos voltar a partilhar o que nos vai no coração.

 

E que um dia me ames como sempre achei que me amarias, de forma total, incondicional, arrebatadora. Porque sou, sim, mandona, mas também frágil. Preciso ser acarinhada, mimada, "segurada", como só tu o sabes fazer, mas teimas em não mostrar.

 

Porque te amo, como sempre te amarei, de forma total, incondicional, clara, e "às claras".

 

Beijos e dorme bem, meu amor, minha vida.

 

 

sinto-me:

publicado por fantasyland às 23:45

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